A decisão sobre a indicação para a vaga no Supremo Tribunal Federal divide o entorno do presidente Lula (PT). De um lado, uma ala defende a reapresentação do nome de Jorge Messias. De outro, aliados avaliam que o caminho mais seguro seria indicar Rodrigo Pacheco.
“A turma mais próxima do Congresso Nacional acredita que o caminho seria pacificar a relação com o Senado Federal e garantir a aprovação do nome do atual ministro do Tribunal de Contas da União”, afirmou o analista de política Matheus Teixeira durante o Hora H desta sexta-feira (30).
Por outro lado, há uma corrente que defende a reapresentação de Jorge Messias. Esse grupo argumenta que Lula, após se reeleger de forma “surpreendente”, estaria politicamente mais forte e teria condições de emplacar seu candidato.
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“Essa é a divisão, aqueles que entendem que indicar Pacheco seria o caminho mais tranquilo e garantido, e os outros que entendem que, agora que o presidente Lula está mais forte e conseguiu fazer mais de 60 milhões de votos, o Senado Federal vai ter que aceitar a sua indicação”, afirmou Teixeira.
Questão de honra para Lula
De acordo com o analista, quando o nome de Jorge Messias foi vetado anteriormente, Lula ficou “muito irritado”.
