Em 25 de agosto de 2025, o coração do centro financeiro do país foi tomado por viaturas da Polícia Civil de São Paulo, da Polícia Federal (PF), e da Receita Federal. As operações Carbono Oculto, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), Quasar e Tank, da PF, desarticularam uma rede de fundos de investimento e fintechs.
O Secretário Especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirma que a expertise adquirida pelos investigadores na Carbono Oculto fez com que eles alimentassem plataformas de Inteligência Artificial, que os permitiram destrinhcar uma teia de fundos que desvelou o escândalo do Banco Master.
Um ano depois, o Metrópoles voltou aos alvos e conferiu o que havia mudado após a operação. A reportagem percorreu cerca de 3 mil quilômetros do litoral ao interior paulista, passando pela capital para analisar postos de combustível e usinas de cana de açucar usadas para lavar dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Do canavial à Faria Lima
Essa e outras histórias estão no especial “Do Canavial à Faria Lima”. O Metrópoles publicou nesta sexta-feira (30/07), o terceiro cápitulo de uma série de reportagens sobre as consequências da operação Carbono Oculto, considerada a maior ação de combate à infiltração do crime organizado na cadeia de combustíveis do país.
