Na próxima terça (3), os Estados Unidos vão às urnas nas midterms, as eleições de meio de mandato, onde ficam em jogo a Câmara dos Deputados, um terço do Senado e 36 governos estaduais.
A avaliação da Arko Advice, parceira de conteúdo do WW, é que o Partido Republicano do presidente Donald Trump chega nessa reta final na defensiva.
Na Câmara, a tendência é de uma retomada do controle por parte da oposição. Nos bastidores, a base de Trump não discute mais se vai perder o comando da casa, mas sim por quantas cadeiras perderão.
Deputados republicanos de distritos considerados seguros estão em “modo de emergência”, realizando arrecadação de última hora e investindo pesado em propaganda.
O motivo disso é o bolso da população americana, que sofre com o custo de vida, o aumento do preço dos combustíveis e a guerra contra o Irã. Tudo isso afasta parte do eleitor que deu vitória a Trump em 2024, principalmente os jovens trabalhadores. Por isso, projetamos uma maioria democrata na Câmara a partir dessas midterms.
Com uma maioria na Câmara, os democratas ganham poder de convocação de autoridades e poder de investigação. E é aqui que entra o Brasil.
Depois da nossa eleição presidencial vimos a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) aos EUA e o governo americano chegou a confirmar essa passagem pela imigração na Flórida e liberação do senador brasileiro.
