Hackers roubam US$ 6,3 bilhões da Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo
O roubo de US$ 6,3 bilhões em criptomoedas da Binance, um dos maiores ataques da história do setor, reacendeu o debate sobre como as corretoras protegem seus ativos digitais e quais prejuízos podem ser cobertos por seguros.
A proteção, no entanto, não é igual para todas as empresas.
A possibilidade de receber uma indenização depende de fatores como a forma de armazenamento das criptomoedas, o método utilizado pelos hackers para invadir os sistemas e as condições previstas no contrato de seguro.
A regulamentação limitada e a forte oscilação dos preços das criptomoedas também fazem com que as seguradoras tenham cautela ao oferecer esse tipo de proteção.
Apesar do aumento da procura por seguros contra roubos de ativos digitais e processos judiciais contra executivos, a cobertura ainda é um mercado de nicho, atendido principalmente por seguradoras especializadas.
O que é o seguro de ativos digitais?
O seguro de ativos digitais reúne diferentes tipos de apólices que protegem corretoras de criptomoedas, empresas responsáveis pela guarda desses ativos e outros negócios do setor contra prejuízos causados por roubos, ataques cibernéticos, falhas tecnológicas e outros riscos.
Esses seguros são adaptados às características das criptomoedas e da tecnologia blockchain, sistema que registra e valida as transações digitais.
Ataque hacker de US$6,3 bi à Binance: como funciona o seguro de criptomoedas
