Uma imagem produzida pelo professor e astrofotógrafo Brendan Larsen, na Nova Zelândia, reuniu cerca de 14 mil rastros de satélites no céu noturno. A composição combina 578 fotografias registradas ao longo de quase duas horas, com a câmera apontada para o Monte Taranaki, e mostra a presença de equipamentos em órbita nas imagens feitas a partir da Terra.
O número representa as marcas luminosas acumuladas nas fotografias, e não a quantidade de satélites diferentes que passaram pelo local. Como um mesmo equipamento apareceu em várias imagens, ele pode ter contribuído com mais de um rastro para o resultado final.
Morador de New Plymouth, Larsen começou a fotografar o céu há seis anos, quando encontrava satélites apenas ocasionalmente nos registros. Com o tempo, percebeu que as marcas passaram a ocupar cada vez mais espaço nas fotografias. “Quase todas as fotos do céu noturno que tiro contêm vários rastros de satélites”, contou à revista New Scientist.
Como a imagem foi produzida
