Quando o primeiro smartphone foi lançado em 1994, ele pesava mais de meio quilo e contava com uma tela LCD monocromática com 4,5 polegadas. De lá para cá, as telas dos celulares evoluíram em ritmo acelerado, deixando para um passado muito distante aquele “bloco” com tela cinza de difícil visualização.
Saltamos de displays menores, com apenas uma cor e resolução limitadíssima para telas muito maiores (algumas chegam a 8 polegadas, tamanho digno de um tablet) com maior área útil, brilho, contraste e taxas de atualização, ocupando praticamente toda a parte frontal dos aparelhos. São pontos essenciais para um dispositivo que passou a ser utilizado nas últimas décadas como videogame, câmera fotográfica, tela para curtir filmes, leitor de livros digitais, ferramenta de navegação e muito mais.
A evolução não aconteceu apenas nos números das especificações. A tela deixou de ser um simples componente para exibir informações e passou a ser a principal interface de interação com o smartphone. É por meio dela que assistimos a vídeos, jogamos, fotografamos, trabalhamos, estudamos, lemos e utilizamos aplicativos.
O próximo capítulo dessa evolução, portanto, não será necessariamente definido apenas por mais resolução ou brilho. A tendência é que a indústria busque telas capazes de oferecer uma experiência mais completa, combinando qualidade de imagem, eficiência, flexibilidade, conforto e novos formatos de interação.
