O jornal The Athletic anunciou que a Fifa planeja dobrar a premiação da Copa do Mundo Feminina 2027. O plano é que o valor chegue a pelo menos 220 milhões de dólares (cerca de R$ 1,18 bilhão).
A proposta em discussão prevê aumentar o prêmio total da competição para um patamar bem acima do valor de 2023. Fontes ouvidas sob condição de anonimato por causa da confidencialidade do processo, disseram que o plano também aumenta o valor mínimo garantido a cada jogadora.
Pagamento mínimo por atleta pode subir de 30 mil dólares (R$ 161,2 mil), em 2023, para 60 mil dólares (R$ 322,4 mil) em 2027.
A Copa Feminina de 2023, na Austrália e na Nova Zelândia, teve 150 milhões de dólares (R$ 806 milhões) em compromissos financeiros, com 110 milhões dólares (R$ 591 milhões) destinados ao prêmio e 40 milhões de dólares (R$ 214,9 milhões) para preparação e benefícios a clubes.
Na reunião, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que a entidade “espera distribuir premiação igual para o torneio feminino até 2027.”
O aumento proposto no prêmio monetário para 2027 ainda está sujeito à aprovação do Conselho da Fifa, que está programado para se reunir em Zurique, Suíça, em dezembro.
Brasil receberá o Mundial Feminino pela primeira vez
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada no Brasil e marcará a primeira vez que o torneio será realizado na América do Sul.
