Um vazamento de dados expôs nomes, telefones, e-mails e informações profissionais de milhares de funcionários das agências que fiscalizam a imigração, controlam a entrada de estrangeiros e executam deportações nos Estados Unidos. O material reúne mais de 41 mil registros associados ao Departamento de Segurança Interna (DHS), incluindo servidores e prestadores de serviço.
O departamento reconheceu estar ciente de uma “possível violação” e afirmou que trabalha para enfrentar o problema e garantir a proteção de seus funcionários. A extensão do vazamento e a autenticidade de todos os registros, porém, ainda não foram confirmadas oficialmente.
Entre os dados divulgados estão aproximadamente 21 mil registros ligados à Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) e quase 7 mil associados ao Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). A base também inclui endereços de escritórios e cargos ocupados pelos profissionais.
Para brasileiros que viajam ou vivem nos Estados Unidos, as duas siglas representam etapas distintas da fiscalização migratória. O CBP faz o controle de entrada em aeroportos, portos e fronteiras terrestres, além de abrigar a Patrulha de Fronteira. Já o ICE atua na fiscalização dentro do território americano, com investigações, prisões, detenções e remoções de estrangeiros.
A exposição não se limita a uma lista de contatos.
