Belo Horizonte, O futuro governo de Cleitinho Azevedo (Republicanos) começa a tomar forma com uma combinação de aliados pessoais, ex-adversários eleitorais, empresários e técnicos que passaram por administrações de diferentes orientações políticas. Embora a maior parte do secretariado de Cleitinho ainda não tenha sido anunciada, as primeiras escolhas indicam uma gestão montada mais por relações de confiança e experiência administrativa do que por uma divisão de cargos entre partidos.
Para a área econômica do governo, foi confirmado nesta semana o nome do economista Thiago Toscano, que deixará o cargo de CEO da mineradora Itaminas para aceitar convite de Cleitinho. Ele é ex-presidente da Codemig e da Codemge e ficará à frente de uma secretaria que reunirá atribuições ligadas à gestão pública, ao desenvolvimento econômico, a novos negócios e à atração de investimentos.
Até o momento, o ex-candidato ao governo Gabriel Azevedo (MDB) é outro nome confirmado para o futuro secretariado. O vice-governador, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), também comandará uma pasta, ainda não definida. O engenheiro Otto Levy aceitou o convite para presidir a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).
Para a área econômica do governo, é forte o nome do economista Thiago Toscano, que estaria deixando o cargo de CEO da mineradora Itaminas para aceitar convite de Cleitinho. Ele é ex-presidente da Codemig e da Codemge.
