Antes de encerrar o terceiro mandato, na reta final de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda terá compromissos importantes na agenda internacional.
Em novembro, por exemplo, o Brasil deixa a presidência da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a chamada COP,principal fórum de negociações internacionais sobre o tema. O país assumiu o posto após sediar o encontro em Belém.
A presidência será transferida à Turquia, que sediará, na cidade de Antália, a COP31, enquanto a Austrália ficará responsável por conduzir as negociações.
Entre novembro e dezembro, o Brasil também participa de encontros de alguns dos principais fóruns políticos e econômicos internacionais:
a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que reúne países do Sudeste Asiático;
o G20, grupo das maiores economias do mundo; e
a Cúpula do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.
Lula responde sobre relação do governo com os Estados Unidos
No quarto mandato, a política externa do Brasil terá que conduzir as relações com os Estados Unidos e manter o diálogo com países vizinhos governados por lideranças de direita e extrema direita, algumas delas alinhadas ao presidente americano, Donald Trump (entenda mais abaixo).
Elemento surpresa
O cenário ganhou um novo elemento surpresa após a eleição: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Lula no segundo turno, deixou o Brasil, passou pela Argentina e desembarcou nos Estados Unidos.
Lula 4 aposta em pragmatismo para lidar com Trump, contornar atritos com Milei e ampliar alianças no mundo
