Resumo
A Amazon revisou as orientações para engenheiros sobre o uso de inteligência artificial no trabalho.
Empresa alerta que transformar tokens ou quantidade de código em metas pode aumentar custos e incentivar comportamentos ruins.
Engenheiros continuam sendo incentivados a usar IA, mas devem avaliar quando a tecnologia realmente ajuda.
A Amazon está revendo como avalia o uso de inteligência artificial por seus engenheiros de software. Em uma nova orientação interna, a empresa afirma que quantidade de tokens consumidos, adoção de ferramentas e volume de alterações em código são métricas “profundamente falhas” quando usadas como metas.
A companhia não está abandonando a IA. A mudança é de foco: em vez de premiar quem usa mais ferramentas ou gera mais código, a Amazon quer avaliar o impacto do trabalho sobre clientes, negócios e equipes.
Por que a Amazon está criticando o uso excessivo de IA?
Um dos problemas é o chamado “tokenmaxxing”, expressão usada para descrever o consumo exagerado de tokens para elevar indicadores internos. Tokens são as unidades usadas pelos modelos para processar e gerar informações e também influenciam o custo de operação dessas ferramentas.
Segundo a Fortune, a Amazon alerta que transformar esse consumo em objetivo pode aumentar despesas sem necessariamente melhorar os resultados. O problema não é apenas teórico.
