A Petrobras registrou uma série de recordes de produção de óleo e gás e vendas de produtos no 3º trimestre de 2026, mesmo diante de um cenário de instabilidade no mercado internacional de combustíveis. Os dados constam no balanço divulgado pela estatal na 4ª feira (28.out.2026). Leia a íntegra do relatório (PDF - 1 MB).
A produção média de petróleo, LGN (líquido de gás natural) e gás natural atingiu 3,512 milhões de boed (barris de óleo equivalente por dia) no período, alta de 11,7% na comparação anual e de 5,3% acima em relação ao trimestre anterior.
A empresa atribuiu o recorde ao que classificou como o seu maior patamar de eficiência da produção em 8 anos e ao “ramp-up” de algumas das suas principais operações no pré-sal. O termo define o aumento gradual da produção de uma nova unidade até que ela atinja a sua capacidade máxima de operação planejada.
A companhia também destacou a chegada ao topo de produção do FPSO Alexandre de Gusmão, no campo de Mero, além do menor volume de perdas por paradas para manutenções.
A estatal também registrou recordes de produção própria e operada no pré-sal, com 4,46 milhões de boed e 2,96 milhões de boed, respectivamente, e a máxima trimestral para produção operada total, com 5,08 milhões de boed.
A produção própria é o volume de óleo e gás que cabe à Petrobras com base na sua fatia de participação nos contratos de concessão ou partilha de produção.
