As facções e milícias fazem festa pra essa baboseira de promover traficante a narcoterrorista. Tudo papo furado do Tio Sam e seus sócios brasileiros. Só serve pra afrouxar o laço sobre o crime organizado, sabe-se lá pra quê. É hora de acordar! Facções e milícias são máfias e não terrorismo. Não é à toa a resistência da oposição em aprovar a PEC que institucionaliza o SUSP, encaminhada pelo atual governo (há meses) ao Parlamento brasileiro. Tutti buona gente. Um candidato a presidente operava no back stage do crime há anos, amigo dos caras da pesada desde as ladeiras cariocas até a fina bandidagem do colarinho branco e rastaqueras de Hollywood.
Terrorismo não é assim. São células independentes, trabalhando a luz do dia com atentados a bomba, assassinatos de autoridades em larga escala, enfrentamentos militares a céu aberto. O objetivo é tomar o governo por vias não democráticas. É desestabilizar as instituições para inviabilizar o regime. Podem ser de esquerda, de direita, ou maníacos religiosos. Podem recorrer a assaltos a banco ou sequestros para financiarem sua atuação política, mas o objetivo central é ideológico.
Já o crime organizado são quadrilhas com administração sofisticada, piramidal, típica das máfias, com objetivo claro e específico de ganhar dinheiro fora da lei.
