As contas do governo central, Tesouro Nacional, Banco Central (BC) e Previdência Social, registraram superávit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro de 2026.
Os dados fazem parte do Relatório do Tesouro Nacional (RTN), divulgado nesta quinta-feira (29/10).
Déficit é quando um governo tem mais despesas do que receitas, superávit é quando acontece o contrário.
Resultado real é ajustado por um índice de inflação, resultado nominal é o valor bruto, sem ajustes inflacionários.
No mesmo mês de 2025, foi observado um déficit de R$ 14,4 bilhões (em valores não corrigidos pela inflação). O resultado primário do governo central acumulado em 12 meses foi de déficit de R$ 49,5 bilhões, equivalente a 0,38% do Produto Interno Bruto (PIB).
Um superávit primário ocorre quando as receitas têm saldo maior do que as despesas, sem contar os juros. O déficit primário ocorre quando esse resultado é negativo. Juntos, eles formam o “resultado primário”;
No acumulado de 2025, o governo central teve déficit primário de R$ 13 bilhões (descontadas as deduções R$ 48,6 bilhões), equivalente a 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB);
Mesmo com o resultado negativo, a meta fiscal de 2025 foi cumprida;
A meta do governo federal para 2026 é de superávit fiscal de 0,25% do PIB (R$ 34 bilhões).
Em relação ao resultado acumulado no período de janeiro a setembro de 2026, o Governo Central registrou um déficit de R$ 90,1 bilhões, frente a um déficit de R$ 100,2 bilhões em 2025.
