A publicação de ataques ostensivos a beneficiários do programa Bolsa Família, ofensas de cunho xenofóbico contra pessoas nascidas na Bahia e manifestações políticas agressivas nas redes sociais por parte da empresária e servidora comissionada Fabiana Ribeiro Guimarães, que integra o quadro societário de uma loja de grife no Lago Sul como sócia investidora minoritária, levou a marca de vestuário a se posicionar publicamente.
Diante do forte impacto negativo e do vínculo com a empresária, a LAGO divulgou uma nota oficial para repudiar veementemente o ocorrido e se distanciar de suas declarações. A empresa esclareceu que Fabiana não atua na gestão da marca e que suas falas possuem caráter estritamente pessoal, não refletindo o posicionamento da loja nem de seus fundadores, além de reafirmar o compromisso institucional de repúdio a qualquer tipo de preconceito, discriminação ou desrespeito às diferenças.
A polêmica que forçou o posicionamento da loja teve início quando Fabiana Guimarães, que também é servidora comissionada ocupando cargo de direção na Diretoria de Tecnologia e Inovação do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), com vencimentos mensais da ordem de R$ 15 mil, usou suas redes sociais em tom provocativo para tripudiar de apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) e desdenhar de cidadãos que dependem de auxílios governamentais.
Suspeita de incompatibilidade
“Serei sempre a patricinha, empresária e trabalhadora que será contra o PT.
