O PL deve oficializar a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado na 4ª feira (4.nov.2026). A decisão deve ser tomada depois de uma reunião do partido com congressistas em exercício e eleitos. Se confirmada, a candidatura colocará Marinho na disputa pelo comando da Casa com o atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que busca a reeleição.
Marinho, que coordenou a campanha do candidato derrotado ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), deve enfrentar dificuldades no início das articulações para conquistar apoios. O partido sofreu um baque com a fuga de Flávio para os Estados Unidos, e Marinho desconhecia o paradeiro do candidato derrotado.
Apesar de o PL ser a maior bancada do Senado em 2027, com 28 senadores, o partido ainda deve se organizar como oposição, sem um líder forte no Brasil à altura de Flávio, que obteve mais de 59 milhões de votos no 2º turno das eleições.
Articulações de Alcolumbre
A bancada do PL terá peso nas negociações para a eleição da nova Mesa Diretora, mas Alcolumbre também trabalha para ampliar o apoio à sua recondução. A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial pode fortalecer as articulações do atual presidente do Senado com os governistas.
Alcolumbre tem incluído na pauta da Casa propostas de interesse do governo. Entre elas está o fim da escala de trabalho 6 X 1.
