Algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul. A famosa tradição inglesa, que inspira produções de casamento em todo o mundo, ganhou um significado especial para Abigail Kingston. Aos 30 anos, a norte-americana se tornou a 11ª mulher de sua família a usar um vestido de noiva que atravessa gerações desde 1895, quando foi usado pela primeira vez por sua tataravó.
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De geração em geração
A tradição familiar, que já durava 120 anos na época do casamento de Abigail, realizado em 2015, teve algumas interrupções ao longo do tempo. A filha de sua tataravó, Mary Lowry Warren, por exemplo, não quis usar a peça e escolheu um outro vestido para o grande dia. Foi a neta de Mary, Jane Woodruff, quem retomou o costume, em 1946. Desde então, o modelo passou de uma mulher para outra, incluindo mães, filhas e irmãs.
Abigail conheceu o vestido ainda criança, aos cinco anos de idade, quando viu uma tia usá-lo, em 1991. A lembrança permaneceu com ela por décadas, até que também decidiu se casar usando a peça. Com a ajuda da mãe, a noiva conseguiu encontrar o vestido, que havia sido usado pela última vez em 1960.
Mais de 200 horas de trabalho
Tornar o vestido pronto para o casamento, no entanto, não foi fácil. Após ser usado muitas vezes e por diferentes pessoas, o modelo sofreu inúmeras alterações, que afetaram a qualidade do tecido, a estrutura e a cor da peça.
