O enjoo começa antes mesmo que a assessora de imprensa Rowena Romagnoli complete o trajeto como passageira de um veículo elétrico. O mal-estar aparece nos primeiros minutos e piora à medida que o carro avança pelas ruas. A sensação é de náusea crescente, acompanhada de tontura e de um desconforto que pode transformar um deslocamento curto em algo difícil de suportar.
Rowena começou a associar os sintomas aos carros elétricos depois de encontrar uma publicação bem-humorada nas redes sociais sobre passageiros passando mal em modelos da marca BYD. A publicação chamou sua atenção para uma possível relação entre o tipo de veículo e o desconforto que enfrentava.
“Notei uma frequência de enjoo e mal-estar depois de utilizar carros de aplicativo, mas nunca me dei conta da razão. Até que vi um meme falando sobre a sensação estranha e vontade de vomitar dentro de modelos da BYD. A partir desse momento fiz a conexão dos pontos, entendi que não era somente comigo, pesquisei e vi que é mais comum do que imaginamos”, relatou ao Olhar Digital.
Os sintomas também passaram a influenciar suas escolhas de transporte. “Já consegui definir uma tolerância de trajetos até 15 minutos, é o meu limite. Daí em diante o enjoo e a tontura já ficam praticamente insuportáveis, como se tivesse algo preso na garganta e eu fosse vomitar a qualquer instante.
