Resumo
O Smart Sampa exigirá reconhecimento facial de servidores autorizados após exposição de credenciais.
A nova autenticação foi anunciada pelo prefeito Ricardo Nunes após a exposição de dados de câmeras.
A Prefeitura de São Paulo também firmou acordos para uso do sistema em investigações e proteção de mulheres.
Após a exposição de dados de câmeras de monitoramento, o Smart Sampa passará a exigir reconhecimento facial dos servidores autorizados a acessar a plataforma da Prefeitura de São Paulo. A nova forma de autenticação foi anunciada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) nesta terça-feira (27/10).
O anúncio ocorreu durante a assinatura de acordos de cooperação entre a Prefeitura e o Ministério Público de São Paulo. A exigência começa a valer imediatamente.
Mudança ocorre após exposição de credenciais
A medida é o desdobramento da revelação, na semana passada, de que credenciais do sistema de videomonitoramento da Prefeitura de São Paulo ficaram disponíveis em um repositório público na internet.
De acordo com o UOL, informações restritas ficaram acessíveis publicamente por meses, permitindo a reproduçao de interfaces que possibilitavam visualizar em tempo real as imagens das câmeras conectadas ao programa.
Segundo Nunes, não houve falha de segurança: um servidor da Guarda Civil Metropolitana (GCM) teria compartilhado indevidamente uma senha de acesso.
