A mãe do adolescente que ficou tetraplégico após ser atingido pela queda de uma árvore no Parque da Cidade, em Brasília, contestou a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) que autorizou o bloqueio de verbas dos cofres públicos do DF para custear parte das despesas com o tratamento domiciliar de Pedro Miguel Rodrigues Cardoso (foto em destaque), 19 anos.
Além da disputa pelo custeio do atendimento domiciliar, Luciane Garcia relatou que o adolescente está internado na UTI após desenvolver pneumonia. Segundo ela, o jovem foi hospitalizado em 20 de outubro, depois de não apresentar melhora com os medicamentos e antibióticos.
Ainda conforme o relato, o quadro clínico piorou e ele precisou ser intubado no último sábado (24/10). A mãe também informou que o filho continua sedado e intubado e que ainda não há previsão de alta.
Segundo ela, o Governo do Distrito Federal (GDF) deveria arcar integralmente com os custos do serviço de home care, sem transferir a maior parte da despesa ao plano de saúde do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).
A mãe afirmou que a dívida da família com o plano de saúde está próxima de R$ 500 mil. Ela também criticou o fato de o convênio continuar responsável por 80% dos custos, enquanto o GDF pagaria os 20% restantes, conforme relatou ao comentar a decisão judicial.
“Por que o plano de saúde do Corpo de Bombeiros tem que arcar com 80%, sendo que o GDF é 100% responsável?
