Correr ao ar livre, andar de bicicleta, subir em árvores e outras brincadeiras aventureiras podem ser essenciais para a saúde física e mental das crianças. De acordo com uma análise feita pela Universidade de Exeter (UoE), da Inglaterra, em parceria com a Universidade da Colúmbia Britânica, do Canadá, essas atividades contribuem para o desenvolvimento de habilidades sociais e cognitivas.
Os pesquisadores descobriram também que, além das atividades arriscadas, a mobilidade independente, ou seja, a capacidade de sair para brincar sem a supervisão dos pais, tende a gerar melhores níveis de atividade física e, dessa forma, menos tempo em telas.
A análise, publicada na revista científica PLOS One na última segunda-feira (26/10), reuniu dados de crianças de três a 12 anos de 74 estudos de todo o mundo, que examinaram a associação de brincadeiras arriscadas e aventureiras a resultados positivos de saúde.
Os pesquisadores avaliaram domínios como saúde física, saúde mental e bem-estar, agressividade, aspectos sociais e cognitivos, competência em relação ao risco e lesões.
