A decisão de Flávio Bolsonaro de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos menos de 48 horas após a derrota nas urnas para Lula transcende a mera crônica policial ou o roteiro previsível de um investigado sob cerco da PF.
O episódio simboliza a implosão precoce e desordenada do modelo de sucessão dinástica do bolsonarismo, expondo a fragilidade de uma liderança que nunca existiu por mérito próprio, mas apenas como extensão delegada do pai recolhido à prisão domiciliar.
