A BYD prepara uma ofensiva em um dos segmentos mais disputados do mercado brasileiro. O Dolphin GT, nome que o hatch deverá receber no país, já foi flagrado em testes e tem lançamento previsto para o início de 2027. A proposta é bater de frente com modelos tradicionais, a combustão, como Volkswagen Polo e Chevrolet Onix.
O preço estimado de R$ 130 mil é um dos trunfos esperados do novo modelo, embora ainda não tenha sido confirmado pela fabricante. Nessa faixa, o hatch poderá disputar clientes de versões mais equipadas dos rivais, oferecendo uma motorização eletrificada em vez dos conjuntos exclusivamente a combustão.
A principal diferença estará na combinação entre motor elétrico, propulsor a combustão e possibilidade de abastecimento com etanol, caso a configuração híbrida flex seja confirmada para o Brasil. Veja 5 pontos que podem transformar o Dolphin GT em uma ameaça para os compactos tradicionais.
1. Preço "no chão" para encarar rivais
A estimativa de R$ 130 mil coloca o Dolphin GT em uma faixa próxima à de versões superiores de modelos populares. Como referência, o Volkswagen Polo Highline parte de R$ 138.990, enquanto as versões Chevrolet Onix RS e Premier têm preços iniciais informados de R$ 122.490. Os valores podem variar conforme a configuração e as condições comerciais.
Se a BYD conseguir manter o preço projetado "no chão", o consumidor poderá encontrar um hatch híbrido plug-in pelo valor de compactos convencionais bem equipados.
