O advogado e empresário Willer Tomaz passou a ser comparado, nos bastidores de Brasília, a Paulo César Farias, conhecido como PC Farias, que ganhou notoriedade nacional como operador financeiro do ex-presidente Fernando Collor de Mello.
A associação ocorre em meio ao avanço de investigações da Polícia Federal (PF) sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo apostas on-line e possíveis irregularidades relacionadas a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A referência a PC Farias remete ao papel que ele desempenhou no governo Collor, como articulador financeiro, e ao escândalo que contribuiu para a crise política que culminou no impeachment do então presidente, em 1992.
