As vendas de flores e plantas ornamentais para o Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, devem crescer 5,2% em 2026, na comparação com o ano passado.
A estimativa é do Ibraflor (Instituto Brasileiro de Floricultura), que calcula que a data responda por cerca de 8% do comércio anual do setor.
Tradicionalmente associadas às homenagens nos cemitérios, as flores também vêm ganhando espaço em outros ambientes, como jardins, varandas e dentro das casas.
Essa vem sendo uma outra forma de preservar a memória de pessoas que morreram, levando as homenagens para espaços que fizeram parte da vida delas.
“A flor deixa de ser apenas uma homenagem no túmulo e passa a integrar o cotidiano da família, ao lado de fotografias, objetos e lembranças que ajudam a manter viva a história de quem morreu”, afirma Renato Opitz, diretor do Ibraflor.
Entre as espécies mais procuradas para o período estão crisântemos, kalanchoes, antúrios, rosas em vaso, rosas-do-deserto, violetas e orquídeas phalaenopsis.
No calendário cristão, o Dia de Finados é dedicado à memória dos mortos. A celebração ocorre em 2 de novembro, um dia após o Dia de Todos os Santos, e tem origem em uma tradição medieval associada ao monge beneditino Odilo, abade de Cluny, na França, que, em 998, instituiu orações pelos falecidos nos mosteiros ligados à sua ordem.
