Se você tem filho e pretende ampliar a família com um amigo de quatro patas, é prudente saber que a convivência entre crianças e pets deve ser acompanhada por um adulto. A psicoterapeuta Renata Roma explica que a participação dos pequenos no cuidado do animal deve acompanhar o nível de desenvolvimento infantil e sempre ter supervisão para garantir experiências saudáveis.
A qualidade da interação do dia a dia e o respeito às necessidades do animal influenciam mais o desenvolvimento do que a simples presença dele no lar.
O planejamento antes da chegada do pet
A decisão de adotar um pet precisa considerar o estilo de vida de todos os moradores e a disponibilidade financeira da família, evitando atitudes impulsivas motivadas apenas pelo desejo das crianças.
O planejamento certo reduz o risco de abandono e garante que o animal viva com dignidade durante seus 13 anos de expectativa média. Os adultos continuam sendo os responsáveis finais por suprir as demandas do animal e por orientar cada tarefa.
“Um cachorro ou um gato pode viver pelo menos 12, 13 anos, precisamos pensar que esse animal vai fazer parte da vida da família por muitos anos e que ele tem necessidades próprias”, explica Renata.
