A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) decidiu, nesta terça-feira (27), pela condenação do ex-diretor da área internacional da Petrobras, Nestor Cuñat Cerveró, no caso da compra da refinaria de Pasadena.
Em fevereiro de 2006, a estatal adquiriu a refinaria localizada no estado norte-americano do Texas, um projeto de responsabilidade de Cerveró.
A autarquia reconheceu que o ex-diretor atuou com desvio de poder e violou o dever de lealdade ao receber vantagem indevida da vendedora para que a Petrobras aprovasse a aquisição da participação inicial na refinaria.
Cerveró foi condenado a multa de R$ 16.122.750,00 e foi inabilitado por 15 anos de assumir cargos como administrador ou conselheiro fiscal em companhais de capital aberto.
A CVM ainda decidiu por extinguir a punição contra o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que morreu em agosto de 2022. Ainda reconheceu a prescrição dos casos em relação a:
José Sérgio Gabrielli de Azevedo, ex-presidente da Petrobras;
Almir Guilherme Barbassa, ex-diretor da Petrobras;
Guilherme de Oliveira Estrella, ex-diretor da Petrobras;
Renato de Souza Duque, ex-diretor da Petrobras;
Ildo Luis Sauer, ex-diretor da Petrobras;
ex-presidente Dilma Rousseff;
ex-ministro e ex-conselheiro da Petrobras Antônio Palocci Filho;
Fábio Coletti Barbosa, ex-conselheiro da Petrobras;
Cláudio Luiz da Silva Haddad, ex-conselheiro da Petrobras;
Gleuber Vieira, ex-conselheiro da Petrobras;
Caso superada a prescrição, a decisão é pela…
