A economia mundial está entrando em uma fase na qual a capacidade de crescimento dos países dependerá cada vez mais da qualidade de seus investimentos, da incorporação de tecnologias e da velocidade com que empresas conseguem transformar conhecimento em resultados. A inteligência artificial está no centro desse movimento, mas seria um erro interpretá-lo como uma transformação restrita ao setor tecnológico. O que está em curso é uma reorganização mais ampla das condições de competitividade, com consequências para a indústria, os serviços, a infraestrutura, o comércio internacional e a distribuição de valor entre as economias.
O próximo ciclo de crescimento global exige novas escolhas do Brasil
