A Associação de Tenistas Profissionais (ATP) tem um problema nas mãos. Mais de 150 tenistas com especialidade em duplas assinaram uma carta aberta contra os cortes nas competições da entidade.
Buscando um modelo econômico sustentável para os torneios de duplas, a ATP quer cortar metade das chaves. Por isso, os tenistas se mobilizaram e criticaram a proposta.
“A ATP existe para servir a todos os tenistas profissionais. Tênis é mais do que um negócio. É um legado mundial construído sobre a alegria, a saúde e o espírito esportivo. Um legado como esse deveria abrir portas, não as fechar. Não nos opomos a uma reforma, queremos ajudar a moldá-la”, disse trecho da carta.
Sete brasileiros contribuíram com o protesto. São eles: Bruno Oliveira, Marcelo Zormann, Rafael Matos, Fernando Romboli, Orlando Luz, Marcelo Melo e Marcelo Demoliner. A Confederação Brasileira de Tênis (CBT) também assinou.
A reunião de fim de temporada será um ponto de partida para o diálogo entre a ATP, federações e tenistas contrários às mudanças. Ela acontecerá entre os dias 15 e 22 de novembro, em Turim.
É importante frisar que a Associação Feminina de Tenistas (WTA) não faz parte dos protestos, pois não está incluída na proposta da ATP.
A ATP existe para servir todos os tenistas profissionais. O tênis é mais do que um negócio. É um legado mundial construído sobre alegria, saúde e respeito esportivo. Um legado como esse precisa abrir portas, não fechá-las.
