A pouco mais de 2 meses do início do novo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes da gestão aeroportuária, aquaviária e hidroviária do governo federal falaram a representantes do setor portuário sobre a necessidade de aportes de investidores privados em projetos de infraestrutura nos próximos 4 anos.
Durante o 13º Encontro Anual da ATP (Associação de Terminais Portuários Privados), um dos primeiros encontros setoriais privados depois da reeleição de Lula, representantes da gestão petista falaram em manter a parceria com o mercado e estabelecer um ambiente de segurança jurídica e regulatória para os investidores, sobretudo em um segmento de contratos que duram décadas e demandam bilhões em aportes.
Em discurso na abertura do evento, o ministro Tomé Franca (Portos e Aeroportos) citou a carteira de projetos de aeroportos, portos e hidrovias recém-lançadas pelo governo, com projeção de investimentos de R$ 160 bilhões no ciclo 2027-2030.
O ministro defendeu que o avanço da infraestrutura no Brasil depende de instituições fortes e colaboração entre governo, Congresso, tribunais, órgãos de controle, agências reguladoras, iniciativa privada, investidores, trabalhadores e academia.
“O Brasil precisa de vocês. Precisa do capital, precisa de inovação, precisa de capacidade de execução, precisa de operadores eficientes, precisa de investidores com visão de longo prazo, mas essa parceria é uma visão de mão dupla.
