Um ano adicional de escolaridade pode reduzir o risco de demência décadas depois, de acordo com um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). A pesquisa identificou menos diagnósticos de Alzheimer e outras demências entre pessoas que foram alcançadas por uma reforma educacional no Reino Unido.
Os resultados também indicam que a educação pode atenuar a influência da predisposição genética para as doenças. O efeito foi observado ao longo de até 50 anos após a mudança na escolaridade obrigatória.
Uma mudança na educação
Para investigar a relação entre escolaridade e demência, os pesquisadores analisaram os efeitos de uma reforma educacional de 1972, que elevou de 15 para 16 anos a idade mínima para deixar a escola na Inglaterra, no País de Gales e na Escócia.
