“Willer é meu amigo, não meu sócio.”
Foi assim que Flávio Bolsonaro respondeu a Lula no último debate da Globo, na sexta-feira (23), quando o presidente o questionou sobre o advogado Willer Tomaz.Dois dias depois, a frase ganhou outro peso.
Na noite de domingo, logo após a derrota, Alexandre de Moraes cancelou depois de Flávio não entregar seus passaportes, proibiu que ele deixe o país e vetou qualquer contato com Willer, direto ou por terceiros. A decisão se soma à de sexta, quando o ministro bloqueou até R$ 6 bilhões do advogado, quebrou seus sigilos e suspendeu suas empresas no inquérito que apura lavagem de dinheiro com apostas. Desde então, o paradeiro do senador virou mistério.
O site argentino Infobae diz que ele cruzou a fronteira por Foz do Iguaçu e embarcou num jato rumo aos Estados Unidos, mas a Argentina nega a entrada.
