A morte do leiloeiro Rogério Menezes, em 22 de outubro, abriu uma nova frente de conflitos familiares e patrimoniais. Em entrevista à coluna Fábia Oliveira, a ex-esposa, Elaine Menezes, questiona a continuidade de anúncios de leilões no site profissional do marido e busca esclarecimentos sobre quem estaria administrando as atividades após o falecimento. Ela também manifesta preocupação com o patrimônio construído ao longo de décadas e afirma que não permitirá que sua história ao lado do empresário seja apagada.
“Rogério não me deixou apenas lembranças de uma história intensa de sentimentos. Ele me deu o sobrenome Menezes Nunes, que legitimamente carrego com orgulho e que continuarei honrando. Eu participei de sua história, estive ao lado dele nos momentos mais difíceis e ajudei a construir seu legado profissional. Não vou permitir que minha trajetória ao lado dele seja apagada”, disparou ela.
Ex-diretora executiva das atividades de leilões de Rogério, Elaine afirma que sua relação com o marido envolveu anos de dedicação familiar e profissional. Segundo ela, o objetivo agora é garantir transparência sobre os negócios e preservar os direitos dos familiares.
Nomeado leiloeiro público oficial em 1989, aos 25 anos, Rogério Menezes Nunes recebeu matrícula da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) sob o número 053/89.
