São Paulo, O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou o policial militar (PM) da reserva foi preso após atirar dentro da própria residência em Mongaguá, litoral paulista, em fevereiro deste ano, a mais de 8 anos de detenção. A decisão é da 1ª Vara Criminal de Praia Grande, e ainda cabe recurso.
De acordo com a sentença, o PM Hércules Adriano dos Santos foi condenado a 2 anos e 6 meses de reclusão em regime semiaberto pelos crimes de posse irregular de munição de uso permitido e resistência, e mais 5 anos e 11 meses em regime inicial fechado por disparo de arma de fogo, porte ilegal de arma de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de uso restrito.
O agente já estava preso de maneira preventiva desde então, e a Justiça manteve a prisão e negou o direito dele recorrer em liberdade. De acordo com a decisão, Hércules efetivamente atirou dentro de sua casa, onde foram encontradas marcas de projéteis.
O juiz do caso rejeitou a versão de defesa do réu de que os disparos foram feitos de maneira acidental. Depois dos tiros, o PM empreendeu fuga em um veículo levando armas, munições e uma grande quantia em dinheiro, dando início a uma perseguição policial por cerca de 40 quilômetros até a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, em Praia Grande.
