São Paulo, O latrocínio de Vitor Medrado no Parque Novo Mundo, em fevereiro do ano passado, levou a Polícia Civil a descobrir um esquema milionário de roubo e venda de joias de ouro em São Paulo.
Nessa terça-feira (27/10), o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) deflagrou a terceira fase da Operação Ouro Reverso, e interditou uma joalheria no centro da capital paulista.
Do latrocínio de Medrado a operação contra receptação de ouro
As investigações começaram logo após a morte de Medrado. O ciclista foi assassinado a tiros em 13 de fevereiro de 2025 enquanto pedalava na zona oeste da capital paulista. Em maio, a Polícia Civil deflagrou a primeira fase da operação com o objetivo de esclarecer o crime.
Na ocasião, as autoridades prenderam Rony Gonçalves, apontado pela investigação como o principal negociador de objetos de ouro roubados em São Paulo. O homem era integrante do esquema comandando por Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como a “Mainha do Crime” e suspeita de participação na morte do ciclista.
A mulher é apontada como facilitadora do esquema. Ela emprestava motocicletas, capacetes e armas, entre outros objetos, aos criminosos, que se passavam por entregadores de aplicativo. Além de dar apoio aos ladrões, a dupla também atuava na receptação, integrando o núcleo 1 do esquema criminoso.
