A equipe econômica do governo federal planeja encaminhar ao Congresso Nacional o projeto de regulamentação do imposto do pecado ao longo desta semana, conforme sinalizado por autoridades da pasta econômica. A iniciativa busca definir as diretrizes definitivas para a cobrança do tributo sobre itens considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente.
Aprovado no âmbito da reforma tributária, o novo modelo de taxação tem previsão de início para o próximo ano e abrangerá produtos como cigarros, bebidas alcoólicas e refrigerantes. A lista de incidência também engloba veículos poluentes, além de atividades ligadas a apostas e jogos de loteria, compondo uma estratégia ampla de arrecadação e ajuste fiscal.
Em etapas anteriores de debate, representantes governamentais indicaram que a carga tributária inicial passará por um período de transição sem saltos expressivos nos preços, permitindo diálogo com os setores produtivos afetados. No entanto, o objetivo de longo prazo permanece sendo o desestímulo ao consumo desses bens por meio de uma tributação mais onerosa.
