O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, defendeu nesta 3ª feira (27.out.2026) a continuidade da existência da pasta para o 4º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A atual configuração do órgão, voltado exclusivamente aos setores aéreo e portuário e separado do Ministério dos Transportes, foi uma novidade inaugurada pelo atual governo, que desmembrou o antigo Ministério da Infraestrutura da administração Jair Bolsonaro (PL).
“A divisão foi uma ‘experiência bem-sucedida’ e entendo que esse deve ser o caminho para o próximo governo”, disse Tomé a jornalistas após participação em evento do setor de portos privados, em Brasília.
Tomé, que comanda o ministério desde março, avalia que a pasta “ganhou tamanho importante” durante o atual mandato e detém atualmente uma carteira de mais de R$ 150 bilhões em investimentos para os próximos 4 anos.
“O Ministério de Portos e Aeroportos ganhou um tamanho e uma importância para as políticas de infraestrutura que merecem ser preservados. Essa deve ser uma pauta não só dos gestores que ajudaram a construir o ministério, mas do setor, para que portos, aeroportos e hidrovias sejam tratados com uma prioridade, com um olhar específico, com uma equipe técnica apropriada e que conhece o setor”, declarou.
A eventual manutenção da atual estrutura não significa que a pasta deixará de estar integrada ao Ministério dos Transportes, órgão com o qual atua com muita proximidade.
