A menopausa não é doença, mas também não é uma fase qualquer. Com a queda do estrogênio, o corpo da mulher passa por mudanças profundas: a gordura migra para a barriga, os músculos perdem força com mais facilidade, os ossos ficam mais frágeis e o colesterol tende a subir, além dos calorões, do sono picado e das oscilações de humor.
O estrogênio funcionava como um zelador que cuidava de várias partes da casa ao mesmo tempo. Quando ele se aposenta, outras pessoas precisam assumir o serviço. A alimentação é uma das mais importantes. A ingestão de proteínas, cálcio, fibras e gorduras boas é indicada para auxiliar na saúde, enquanto o consumo de álcool, café, açúcar e ultraprocessados deve ser monitorado.
O que não pode faltar no prato
Proteína em todas as refeições
É a principal aliada contra a perda de massa muscular, que acelera nessa fase. Ovos, peixes, frango, carnes magras, iogurte, queijos brancos, feijão e lentilha devem aparecer do café ao jantar.
Cálcio para os ossos
Leite, iogurte, queijos, sardinha com espinha, gergelim, couve e brócolis ajudam a atingir a necessidade diária, que gira em torno de 1.000 a 1.200 mg.
Fibras para o coração e o intestino
Aveia, linhaça, chia, feijão, frutas e verduras ajudam a controlar o colesterol, que costuma subir depois da menopausa, e a glicose.
Gorduras boas
Azeite, abacate, castanhas e peixes como sardinha e salmão protegem o coração, que perde parte da proteção hormonal nessa fase.
