SÃO LUÍS - A Autoclipper transformou a produção e a circulação de cortes de vídeos na base de seu modelo de negócio. A empresa conecta marcas e criadores de conteúdo a clipadores, responsáveis por selecionar trechos, editar e publicar vídeos curtos em diferentes perfis nas redes sociais. A proposta é ampliar a presença digital de quem já produz conteúdo e abrir oportunidades de remuneração para quem sabe fazê-lo circular.
Esse formato é conhecido como campanhas de clipadores, o conteúdo ganha novas versões e pontos de publicação, com orientações definidas para cada campanha. Em vez de depender somente do canal oficial de uma marca ou de um criador, a viralização envolve uma rede de pessoas que adapta os vídeos e os distribui nas plataformas previstas em cada projeto.
Para as empresas, a proposta responde a um desafio que vai além de gravar: fazer o material encontrar audiência. Uma entrevista, uma transmissão ou uma apresentação pode dar origem a cortes com diferentes abordagens. O trabalho do clipador é identificar momentos que se sustentem sozinhos, preservar o contexto e adaptar a narrativa ao consumo de vídeos curtos.
“Produzir conteúdo está cada vez mais fácil, principalmente com a inteligência artificial. O grande gargalo está em conquistar a atenção das pessoas”, afirma Gerson Soares, fundador e CEO da Autoclipper.
A Autoclipper reúne ferramentas de produção, comunidade e gestão dessas campanhas.
