A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (26) um programa de saída voluntária para cerca de 60 mil funcionários, equivalente a 27% dos 223 mil empregados registrados em junho. A iniciativa busca conter custos enquanto a empresa amplia os investimentos em inteligência artificial (IA), segundo a Reuters.
O número corresponde aos profissionais elegíveis à oferta. A companhia ainda não divulgou uma projeção de quantos aceitarão deixar seus cargos.
Como funciona a saída voluntária?
O programa contempla equipes selecionadas nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Índia. O Brasil não aparece na lista divulgada pela Microsoft. A elegibilidade alcança o nível 70 da hierarquia interna, que inclui alguns cargos de vice-presidente.
Conforme apuração da Reuters, participam áreas como Xbox, Windows, Copilot, finanças e recursos humanos. Marketing, negócios comerciais e segurança estão entre as divisões excluídas.
Os pacotes seguem as condições habituais de desligamento, com pagamentos conforme cargo e tempo de serviço, além da continuidade temporária de benefícios. Segundo o GeekWire, os elegíveis têm até a primeira semana de dezembro para decidir.
No comunicado oficial, Amy Coleman, responsável por recursos humanos, apresentou a oferta como uma forma de adaptar as equipes às necessidades dos negócios. Ao GeekWire, a empresa afirmou que demissões continuarão entre suas opções, conforme as condições de cada área.
Quais cortes a Microsoft já anunciou?
