Nesta terça-feira (27), Israel realizará as eleições para o Knesset, o Parlamento do país, que irão definir quem será o novo primeiro-ministro, responsável por governar. O cargo hoje é ocupado por Benjamin Netanyahu.
O Knesset é composto por 120 parlamentares, então, para obter a maioria, é necessário conseguir 61 cadeiras ou formar uma coalizão de partidos que atinja esse número.
Contudo, diferentemente do Brasil, em que a população vota diretamente em um deputado, em Israel a votação é para um partido e não em uma pessoa em específico.
Cada partido monta uma lista de pessoas em uma espécie de “ordem de importância ou prioridade” de quem assumirá as cadeiras que a legenda conseguir na eleição. Exemplo: O número 1 da lista do partido Likud é reservado para o presidente da legenda, Benjamin Netanyahu. Já o segundo da lista é o ministro Eli Cohen. A ordem dos políticos é definida no Likud com base em primárias internas do partido.
Nas eleições legislativas de Israel, para que um partido entre no Parlamento e consiga uma cadeira, ele precisa superar uma espécie de “nota de corte mínima” de número de votos.
Quais problemas são importantes para Israel nessa eleição?
Benjamin Netanyahu vota em eleições de Israel
A cláusula de barreira é o nome dado à porcentagem mínima de 3,25% dos votos válidos que um partido precisa obter para eleger representantes no Parlamento israelense.
