Uma mulher nos Estados Unidos solicitou ao setor de recursos humanos oito semanas de licença totalmente paga para cuidar de um filhote de golden retriever que ela havia adotado.
Apesar de parecer piada, o caso é real. A trabalhadora afirmou enfrentar desafios da maternidade causadas por “interrupções de sono a cada duas horas” e ameaçou formalizar uma queixa por discriminação contra mulheres com problemas de fertilidade caso o afastamento, que seria destinado aos cuidados com o cachorro, fosse negado.
O pedido gerou atrito direto com a gestão da empresa e acabou se tornando público após a superior da trabalhadora relatar a situação. Ter o benefício negado levou a funcionária a acusar a superior de insensibilidade diante de sua decisão de ser mãe de pet.
Entenda o pedido de afastamento para cuidar do cachorro
A solicitação enviada por e-mail detalha que a nova tutora se considera responsável por outro ser vivo e exige o tempo remunerado para criar vínculos com o filhote. Ela argumenta que a restrição da licença apenas para quem dá à luz não deveria ser um critério relevante para barrar o afastamento.
