São Paulo, A Prefeitura de São Paulo, gerida por Ricardo Nunes (MDB), respondeu a Justiça Eleitoral alegando que comunicou empresas tercerizadas que operam as linhas de ônibus da capital para funcionarem com 100% da frota, como determinado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) nessa sexta-feira (23/10). Dessa forma, a gestão solicita que o Nunes e secretários não sejam presos por descumprimento da lei.
A discussão começou após uma série de publicações do Metrópoles, que denunciava que apenas 71,7% dos ônibus que atendem linhas municipais em São Paulo estavam em circulação às 13h20 deste domingo (25/10), de acordo com dados do Businfo, aplicativo que monitora o deslocamento desses veículos em tempo real por geomonitoramento.
O documento protocolado pelo governo Nunes alega que entrou em contato com as 39 empresas de ônibus entre 14h a 15h de sábado (24/10), após a comunicação da decisão de sexta-feira (23/10) da Justiça Eleitoral em favor da ação popular protocolada por parlamentares do Psol. Depois, reforçou o pedido no domingo por volta das 13h30.
Gestão de Nunes alega que cumpriu com a ordem judicial de impor 100% da frota para funcionamento. Na denúncia, também constava que parte dos veículos estavam na garagem, sobre isso a prefeitura informou que se trata de ônibus reservas para caso de problemas técnicas.
