Lideranças do Senado Federal alinhadas ao presidente Lulacriticam, nos bastidores, a decisão que determinou a apreensão do passaporte de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato derrotado à Presidência da República.
Nesta segunda-feira (26/10), o senador afirmou ter sido intimidado pela Polícia Federal a entregar o documento ao deixar a residência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília.
De acordo com Flávio, a abordagem ocorreu por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e estaria relacionada a uma declaração de seu irmão, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), de que ele deveria deixar o país caso perdesse o pleito.
Em conversa com a coluna, senadores aliados de Lula consideraram a medida inadequada para o momento. Na avaliação desses parlamentares, a iniciativa de Moraes “tensiona” ainda mais o ambiente político e pode reforçar a narrativa de Flávio de que estaria sendo perseguido.
