A defesa de Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-dirigente do Banco Central (BC), e de seu irmão, Luis Roberto Neves de Souza pediram que “entrevistas” da Polícia Federal em investigações do Caso Master sejam anuladas.
Segundo revelado pela coluna do Metrópoles de Tácio Lorran, o ex-diretor de fiscalização do BC e o irmão dele, o agricultor Luis Roberto, movimentaram R$ 7,7 milhões ao longo de 5 anos com a compra e/ou a venda de nove terrenos urbanos, dois lotes - onde teriam construído prédios residenciais - e um sítio.
A defesa narra que ambos foram abordados, em 21 de julho de 2026, por agentes do Grupo Especial de Investigações Sensíveis em Juruaia e Guaxupé, no interior de Minas Gerais.
Na ocasião, Luis Roberto foi submetido a uma “entrevista” no Sítio Mirante sobre a gestão da propriedade e contratos da empresa Noah Empreendimentos, enquanto Paulo Sérgio foi questionado em sua residência sobre a negociação do imóvel.
Na abordagem foi tratado ainda, segundo a defesa, sobre a administração e venda do sítio; sobre o direito ao manejo e colheita do café; sobre os empreendimentos que seriam desenvolvidos; sobre a relação entre os Srs. Fabiano Zettel e Daniel Vorcaro; sobre a empresa Noah Empreendimentos e Participações L tda. e sua contratação como gerente administrativo dessa empresa.
