Cães geneticamente modificados para uso em operações militares, atendendo às Forças Armadas dos Estados Unidos, é o que planeja criar a Warhound, startup lançada na última semana com um aporte de US$ 200 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão pela cotação atual. A nova empresa surge a partir da união entre a Anduril Industries e a Colossal Biosciences.
Os animais aprimorados pela edição genética serão capazes de assumir tarefas como detecção de bombas, buscas e outras ações específicas consideradas perigosas para humanos ou complicadas para robôs, podendo ser usados também em serviços de resposta a emergências e resgates. A empresa prevê o nascimento da primeira ninhada já no início de 2027.
Redução de doenças e armaduras tecnológicas
Segundo a Warhound, mais de 80% dos cães de trabalho das Forças Armadas americanas têm origem na Europa e menos da metade deles está apto para o serviço, atualmente. A startup planeja mudar o cenário a partir da edição genética, gerando animais com características adequadas para as operações militares.
