A Microsoft experimenta um recurso estilo Windows Recall, mas com uma abordagem que dá mais controle ao usuário sobre o que é armazenado. Conhecido internamente como “Project Pantheon”, o aplicativo cria uma “memória de mídias” - links, fotos, áudio, arquivos e mais - que pode ser consultada posteriormente com ajuda de inteligência artificial, mas sem tirar prints da tela automaticamente.
Conforme a descrição do site Windows Latest, que experimentou o recurso primeiro, o “Project Pantheon” funciona como uma memória dinâmica para IA. Nele, o usuário pode depositar diferentes tipos de conteúdo para então fazer perguntas sobre eles posteriormente, quase como um bloco de notas inteligente - ou, como o veículo descreve, um “segundo cérebro”.
As mídias e os arquivos ficam salvos em um ambiente dedicado chamado “Content Vault” (“Cofre de conteúdo”, em tradução livre). O ambiente serve como biblioteca de arquivos, pastas, prints, links e outros materiais organizados em coleções, montadas manualmente ou pela IA embutida.
O layout do “Cofre de conteúdo” é separado em três partes:
Coluna esquerda com seções, abas e outras opções de navegação;
Coleções, com pastas e outros agrupamentos de conteúdo, acompanhados de prévias;
Coluna à direita com uma interface de chatbot, que permite conversar com a IA escolhida sobre as coleções.
Construído para ser conveniente
Segundo o Windows Latest, o Project Pantheon é intimamente integrado ao sistema operacional.
