A escolha do endereço de um imóvel não resulta do acaso. Antes de um empreendimento da MRV ser desenhado no papel, uma equipe de inteligência geográfica e o setor de Landbank (banco de terrenos) cruzam centenas de indicadores urbanos para definir a viabilidade da área. O objetivo das análises técnicas é conectar o projeto à malha urbana de forma eficiente, otimizando o tempo e favorecendo a qualidade de vida.
Como a maior construtora de habitações econômicas da América Latina, a empresa adota critérios específicos para garantir que os terrenos comportem seu modelo de construção e permaneçam acessíveis dentro da lógica de programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida.
A aquisição das áreas passa por um funil de critérios rigorosos que sustentam a operação e garantem que o novo empreendimento atenda a pilares estratégicos de mobilidade, engenharia, conformidade legal e demanda regional.
Terrenos com vias de acesso estreitas ou sem rotas alternativas, são exemplos de locais descartados já na primeira triagem. A prioridade é posicionar os empreendimentos a poucos minutos de rodovias, anéis viários, grandes avenidas e corredores de transporte público, como estações de metrô, trem e linhas de BRT.
O cruzamento desses dados geográficos garante vias de escoamento rápido nos deslocamentos entre a residência e o trabalho, por exemplo. Conectar o condomínio às principais rotas da cidade reduz o tempo em congestionamentos e melhora a rotina.
