Flávio Bolsonaro disse que não reconhece a eleição de Lula e que vai pedir a anulação do pleito.
O chefão petista venceu por um diferença de 4,5 milhões de votos, que certamente não foram ganhos por causa da decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de estender a votação por duas horas.
Os 10 milhões e 300 mil votos que Lula teve a mais no segundo turno são fruto dos R$ 300 bilhões em medidas eleitoreiras que ele pendurou na conta dos pagadores de impostos e da campanha do medo mais nojenta de todos os tempos, que foi exitosa ao diminuir a taxa de abstenção, a menor em 16 anos, e também a de votos brancos e nulos.
Os eleitores de outros candidatos da direita, no primeiro turno, também não migraram em massa para Flávio Bolsonaro, o que mostra que a questão central para esse contigente de eleitores estava longe de ser a ideologia e sim a rejeição ao filho de Jair, maior do que a Lula.
O problema é que não basta que uma eleição seja honesta, ela precisa parecer completamente honesta. E nunca parecerá honesto, tanto para os perdedores como para os seus apoiadores internacionais, o fato de o ex-advogado de Lula ter atendido a um pedido do chefão petista e atropelado as atribuições do TSE para causar uma interrupção de duas horas na apuração nacional.
