Quem nunca presenciou esta cena? Um novo colaborador chega para o seu primeiro dia de trabalho, cheio de expectativas, mas, ao entrar na empresa, descobre que sua farda não está disponível, o computador não foi preparado, a senha de acesso não foi criada e ninguém sabe exatamente quem será responsável por recebê-lo.
O profissional fica, literalmente, jogado dentro da organização, esperando alguém decidir o que fazer com ele. Parece um detalhe operacional, mas não é!
Muitos empresários e gestores ainda não perceberam que os primeiros dias de trabalho impactam diretamente a percepção, o envolvimento, o sentimento de pertencimento e o engajamento de um colaborador.
A forma como uma pessoa é recebida diz muito sobre a cultura da organização, sua capacidade de gestão e, principalmente, o cuidado que ela demonstra ter com as pessoas.
O que ais digo nessa vida empresarial é que a experiência do cliente começa na área de Recursos Humanos. Afinal, são as pessoas que entregam a experiência prometida pelas marcas. E não podemos esperar que colaboradores ofereçam uma experiência extraordinária aos clientes quando a própria empresa não consegue proporcionar uma experiência adequada aos seus profissionais.
É justamente nesse contexto que entra um conceito fundamental para a gestão moderna: a jornada do colaborador.
O que é a jornada do colaborador?
